Lembrei deste Vídeo Clipe do Devo e não pude deixar de postar - Ele contrapõe de maneira suave mas evidente a ilusão que criamos através do Entretenimento para mascarar o Sofrimento que existe (e deixamos existir, por deixar).
It's a beautiful world we live in, É um mundo bonito em que nós vivemos
A sweet romantic place, Um doce lugar romântico
Beautiful people everywhere, Pessoas bonitas em todo lugar
The way they show they care A maneira com que eles mostram se importar
Makes me want to say, Me faz querer dizer:
It's a beautiful world É um mundo bonito
For you. Pra você
It´s not for me Não para mim
Logo menos vou postar outro do Devo que chama "Freedom of Choice", mas, ele virá acompanhado de um Graffiti do Bansky
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Liberdade para Ahmad Saadat e para todos os prisioneiros palestinos: Toda nossa solidariedade com os prisioneiros palestinos
Para salvar a vida de Ahmad Saadat camarada secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina, e seus 800 companheiros prisioneiros palestinos em prisões israelenses que estão em greve de fome por 15 dias. Em uma mensagem ao povo palestino e ao mundo, na terça-feira, 11 de outubro de 2011, Saadat disse:
"NÃO À VIDA com humilhação!
Continuaremos essa dura batalha
Pela liberdade e dignidade até o último suspiro! "
O Secretário-Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina, Ahmad Saadat, enviou uma mensagem ao povo palestino e ao mundo da prisão sionista de Nafjah, na qual afirmou que "a nossa decisão de continuar a greve de fome é irreversível, sejam quais forem os métodos de repressão e terrorismo contra nós. "
Na declaração, Saadat disse que dada a escolha entre viver sem dignidade na humilhação ou morrer com a cabeça erguida, "é melhor morrer com a cabeça erguida e não aceitar a humilhação."
O líder prisioneiro considera que todos os prisioneiros palestinos nas prisões sionistas estão retomando suas forças e seu histórico papel, unidos contra a repressão das autoridades carcerárias sionistas do governo da ocupação. Nesse sentido, a decisão dos prisioneiros palestinos é continuar em rebelião e manter a greve frente a situações que já não podem suportar.
"É uma batalha para forçar as autoridades da ocupação a reconhecer nossos direitos e reivindicações. Nós estamos prisioneiros pela liberdade, somos prisioneiros de guerra e não permitiremos que a ocupação não respeite nossos direitos nacionais, humanos e legais ", afirmou Saadat.
Saadat saudou todos os filhos do povo palestino solidários com esta causa, dizendo-lhes que confia que, como já aconteceu antes, essa rebelião e este movimento de solidariedade alcançarão a vitória.
Dado a gravidade da situação de saúde do Secretário Geral, a Frente Popular solicitou ao Conselho de Direitos Humanos, a Cruz Vermelha Internacional, os Médicos Sem Fronteiras e todos os organismos pertinentes relacionados aos Direitos Humanos e presos políticos, que enviem imediatamente equipe médica para visitar Saadat na prisão, e tomar conhecimento de sua situação, afim de salvar a vida do secretário-geral. Na terça-feira, dia 11 de outubro, já contavam 15 dias de greve de fome.
Desde 27 de setembro de 2011, os prisioneiros e detidos palestinos nos cárceres israelenses iniciaram uma greve de fome para protestar contra a política das solitárias e os maus tratos. (confinamento).
O objetivo principal da greve é acabar com a prisão de isolamento (o "buraco") ou encarceramento isolado e recuperar os direitos e algumas conquistas que foram usurpados por decisão do atual governo da ocupação.
A Frente Popular convoca a mobilização popular dentro e fora da Palestina, em todos os níveis , para por fim o processo de assassinato lento contra centenas de prisioneiros palestinos.
No décimo quinto dia da greve de fome dos prisioneiros palestinos, a vida de dois dos líderes palestinos corre grave ameaça, estes camaradas apresentam visível deterioração da saúde. São eles: o camarada Saadat e do líder do Hamas, Abu Gamal Al Jiga.
Segundo Abdel Nasser Farauna, especialista nos assuntos dos prisioneiros, o estado de saúde dos prisioneiros em greve está se deteriorando perigosamente, com a já visível diminuição do peso corporal. Alguns, inclusive, tiveram que ser levados para hospitais. Saadat já perdeu 5 kg de peso e sofre de vômitos contínuos e desmaios.
O Bureau Político da Frente Popular diz que sua resposta será muito dura e responsabiliza o governo da ocupação, Netanyaho sobre a vida de seu secretário-geral. A Frente Popular e todo o povo da Palestina apóia a firmeza e a demonstração de dignidade de todos os prisioneiros palestinos, liderados por Saadat , que desafia o inimigo.
A Frente Popular alerta as autoridades da ocupação sionista de seguir com as suas práticas de represálias terroristas contra prisioneiros. Estas práticas sionistas violam sistematicamente os acordos da Quarta Convenção de Genebra sobre os direitos humanos dos prisioneiros. O Frente Popular reitera o apelo para todas as instituições dos Direitos Humanos e para Cruz Vermelha internacional a se mobilizarem imediatamente para salvar a vida dos prisioneiros.
Fatos e estatísticas sobre a situação dos prisioneiros palestinos nas prisões sionistas
Desde o primeiro dia da ocupação israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza até hoje, mais de 750.000 palestinos equivalente a 1 / 3 do povo palestino foram presos. Desde 2000 até à hoje, 75 mil palestinos foram presos. Destes, 9.000 eram crianças e 900 mulheres.
Hoje em prisões israelenses são cerca de 6000 prisioneiros. Destes, 285 crianças, 35 mulheres, 21 palestinos membros do Conselho Legislativo e dois ex-ministros.
A situação mais complicada e mais difícil que enfrentam é o confinamento isolado, por tempo indeterminado, que pode variar de alguns meses ou vários anos.
Devido à tortura, diferentes métodos de interrogatório e a ausência de condições sanitárias necessárias 200 prisioneiros palestinos já morreram.
A Frente Popular se dirige a todos os partidos, movimentos e organizações políticas progressistas amigas, assim como aos Comitês de amizade e solidariedade internacionalista, para que nos ajudem a lançar uma grande mobilização internacional para salvar a vida de todos os prisioneiros que enfrentam sérios perigos e cujos direitos são violados.
Os prisioneiros necessitam de uma forte pressão política para forçar as autoridades carcerárias do governo de ocupação israelense o reconhecimento dos Direitos Humanos, os direitos legais e os direitos nacionais dos prisioneiros, heróis palestinos que estão lutando contra o terrorismo e pela libertação de sua pátria.
O objetivo principal dessa luta é para conseguir a libertação de todos os prisioneiros guerra palestinos.
Saudações revolucionárias,
Endereço da Frente Popular para a Libertação da Palestina.
Departamento Político.
Terça - feira, outubro 11, 2011
13/10/2011 06:31:27 / Fonte: Frente Popular para a Libertação da Palestina / Palestinalibre.org (Tradução: Bassel Ismael)
Retirado de http://www.somostodospalestinos.blogspot.com/
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Mais um viva à Palestina
Este filme/documentário de 2002 mostra o resultado da limpeza de um território antes palestino para a criação de um loteamento israelense.
Desta vez, no entanto, darei uma breve explicação histórica do que é a questão Israel-Palestina:
Utilizarei o termo "palestina" para denominar a região, este é o nome geográfico do local, independente de ser um Estado Palestino ou um Estado de Israel.
A palestina foi ocupada por diversos povos ao longo da história, semitas (judeus), babilônicos, assirios, romanos, árabes, franceses, ingleses. Os palestinos árabes permanecem neste território desde a expulsão dos romanos. Perderam seu território apenas por alguns anos durante as cruzadas e no século XIX tiveram de se submeter ao imperialismo inglês.
Semitas e árabes, durantes longos quase dois milênios completos viveram em cooperação nas terras palestinas, sendo a predominância étnica árabe, independente de sua religião (judaica, cristão ou islamica). A grande parte dos semitas havia se espalhado por toda Europa devido a diásporas relacionadas com as invasões babilônicas e romanas.
No século XIX um escritor chamado Theodor Herlz publicou um livro chamado "O Estado Judaico" (Der Juttenstat) onde prega o retorno dos judeus para a região da palestina. Fundamentando-se em argumentos bíblicos ele argumenta que como os semitas são o povo escolhido por Deus eles seriam superiores aos árabes, portanto, por direito divino, a região da palestina deveria se tornar um Estado Judeu e os árabes expulsos. O movimento criado por esta ideologia é chamado de SIONISTA.
Em meados do século XX, quando o mundo tomou conhecimento das atrocidades do holocausto, as comunidades internacionais, incentivadas pela argumentação sionista decidiram optar pela criação de um Estado Duplo.
Os Ingleses cederiam sua colonia na região da Palestina para a criação de um Estado Palestino/Israelense.
Desagrando aos árabes e aos semitas, o Estado Duplo foi criado.
Em 1967 o Estado Israelense estava sob o comando da ideologia sionista, que ocupou militarmente os territórios do Estado Palestino. A ocupação perdura até hoje. Desde então houve diversas guerras entre Israel e os Estados vizinhos em pressão para a libertação da palestina.
O tratamento dado por Israel ao território ocupado não pode ser chamado de guerra, a relação é entre colono e colonizado. Periodicamente casas palestinas são demolidas para a expansão do território Judeu, como vocês podem ver no vídeo acima. Hoje, o Estado de Israel anunciou que mais casas palestinas serão destruídas em Jerusalém para a construção de 1.000 casas de colonos.
Não é minha intenção, de maneira alguma, tratar judeus por maus e palestinos por bons. Não acredito em tal dualidade. Acontece, que HOJE os Israelenses Sionistas possuem o poder e o utilizam de forma indiscriminada. Isso deve ser combatido.
Intifadas e ataques suicidas já se mostraram insuficientes para despertar o interesse internacional na questão.
A mídia grande tende a minimizar a questão transformando-a em uma questão religiosa. Quem dera fosse tão simples. Existem palestinos cristãos e muçulanos. A questão é TERRITORIAL. Colonizado debatendo-se para expulsar o Colonizador.
A criação de um Estado Palestino é banéfica, pois, as tropas de Israel não poderão mais transitar por bairros palestinos, não haverá mais checkpoints e nem bulldozers destruindo casas. Os crimes de estupro e assassinato (que ocorrem em qualquer ocupação militar, inclusive na Brasil-Haiti) não serão mais abafadas pelo Estado. Os confrontos, se houverem, serão uma guerra e, enquanto guerra, poderão ser regulamentados pelas leis internacionais.
Toda nação deve ter direito à sua soberania.
A informação é o caminho para uma sociedade mais justa.
VIVA A PALESTINA LIVRE!
Por: E.R.Saracino
Contato: ersaracino@gmail.com
terça-feira, 13 de setembro de 2011
A música que Roberto Carlos não cantou em Israel
No link abaixo, que redireciona ao blog Com Texto Livre você ouvirá a música que Roberto Carlos não cantou em Israel.
O Vídeo contém cenas fortes, eu não consegui assistir.
As vezes eu fico imaginado se a crueldade e a brutalidade do tratamento dado pelos europeus aos judeus(NÃO, a idéia de perseguir judeus NÃO foi do Hitler, ele massificou a idéia - algo como transformar um morteiro em uma bomba H -, busque na história dos ingleses, franceses, espanhois e russos, por exemplo, e veja o que você pode encontrar), enfim, penso se a brutalidade sofrida pelos judeus em toda a história pode ter tornado PARTE deste povo TÃO insensível a ponto de ser capaz de reproduzir o holocausto, pois é assim que vejo a ocupação da Palestina, como um NOVO e MAIOR holocausto posto que este perdura por meio século.
O mesmo homem que chora no muro das lamentações é o que permite que milhares de Palestinos chorem por seus familiares mortos, por suas casas destruídas, por sua liberdade suprimida por grades e fuzís.
É fácil, muito fácil condenarmos, do conforto de nossos lares, o homem-bomba que no fundo não é um suicida, pois, no fim das contas ele só está adiantando sua morte inevitável, trocando morrer acuado com um tiro de fuzíl israelense (são os melhores do mundo, você sabe) por morrer causando dano ao inimigo. Não sei se eu faria diferente, afinal, não é preciso ser muçulmano para ser palestino, muitos deles são católicos e INCLUSIVE alguns são judeus também, mas, isso não é conveniente que se fale...
Eu choro - e não é no sentido figurado - toda vez que eu penso que se eu não tivesse tanta sorte, poderia ser eu um dos palestinos que carrega o filho morto nos braços. Poderia ser você.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Uma coxinha com palito, pimenta e troco em bala !!!
Seja parado pela polícia uma única vez e você entenderá a “segurança” que ela garante.
O sentimento de vergonha e estar vulnerável, as mãos na cabeça, seu olhar fazendo de tudo pra desviar daquele braço do Estado, e ao mesmo tempo com o receio de não dar a entender que você tem algo “ilícito”, mesmo quando você não tiver absolutamente nada.
O policial te pergunta, e você responde automaticamente com um “senhor” logo após o “sim” ou “não”. Você não pode dizer muita coisa, pois desacato é algo que, na prática, não depende de uma lei, mas do humor do policial ou da afinidade que ele teve com você na hora; se ele quiser, você pode dar um tiro no pé (apesar de serem eles os armados) antes mesmo que você perceba, com qualquer coisa que disser.
Deixo claro aqui que isso não significa que todos policiais farão isso (a maioria esmagadora vai, sejamos realistas) mas que, se eles quiserem, eles podem, sem nenhuma crise de consciência, já que são eles ali que decidem o que é desacato e o que não é. Pra eles, é natural que seja assim. Você tem medo de argumentar, de olhar para o rosto dele, pois qualquer coisa que você disser ou transparecer pode ser usada como uma brecha contra você.
Ele é o juiz, o advogado e o promotor naquele momento. Cabe a você apenas esperar sua inocência ou culpa.
A polícia não é segurança, mas medo fantasiado. Quem arrisca olhar para uma viatura quando ela passa, ou para um policial fazendo blitz em algum canto da cidade? Você pode ter feito nada, mas mesmo assim sente esse receio. Temos medo de que nos vejam como criminosos quando, em teoria (e talvez NEM assim!!!), deveriam nos proteger.
E o que faz a polícia ter essa vantagem? O que faz dela tão determinada e subjetiva durante suas paradas e blitz? O Estado. Mais especificamente, a legitimidade da violência que o Estado concede e tem para ele mesmo enquanto um dos princípios de existência. Ela pode nem chegar a usar da violência, mas você sabe, e ela tem certeza, que é pautada nisso. Há um cassetete, um spray de pimenta e um revólver em sua cintura, mesmo quando atender um chamado com risco nenhum de utilizar esses objetos.
Não se engane, a polícia é a manifestação da violência do Estado em meio a sociedade civil, e eles sabem disso. Tanto que não se sentem nem um pouco indelicados ou sem profissionalismo quando param você no meio da praça, em meio a todo mundo, apontando a arma e dizendo pra você por a mão na cabeça, ou quando você acabou de sair da universidade para comprar uma trufa na lanchonete do outro lado da avenida.
"Ah, mas não é assim também vai..." Não? Então eu delirei, porque aconteceu comigo... Duas vezes em menos de um mês e eu não tinha absolutamente nada...
"A polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco" (Gabriel, o Pensador)
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