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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mais um passo Palestina, vamos, vamos!

A entrada da Palestina para a Unesco é um grande passo, mas, mesmo assim muito pequeno, afinal, os dias passam, Israel ocupa cada vez mais o território palestino para o estabelecimento de novos bairros, principalmente em Jerusalém Ocidental.

O vídeo a seguir contêm cenas fortes (muitas crianças mortas), se você for sensível (como eu, que infelizmente não fui avisado e, portanto, pego de surpresa) não assista.

O vídeo mostra ataques de Israel à Palestina, mostra o combate institucional que ocorre dentro da própria Israel, mostra questionamentos, mostra judeus não sionistas que se recusaram a lutar contra a Palestina, mostra judeus sionistas que pedem a OBLITERAÇÃO do povo Palestino.


Tem interesse no tema, ou quer saber mais sobre o assunto?
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Khadafi morreu combatendo com dignidade e coerência

Khadafi morreu combatendo com dignidade e coerência
Miguel Urbano Rodrigues
21.Out.11



A agressão ao povo da Líbia, concebida e montada com muita antecedência, levada adiante com a cumplicidade do Conselho de Segurança da ONU e executada militarmente pelos EUA, a França e a Grã-Bretanha deixará na Historia a memoria de uma das mais abjectas guerras neocoloniais do inicio do século XXI. Mas, tal como fez surgir uma verdadeira resistência, fez emergir um Khadafi que recuperou a dignidade e morreu com honra.

A foto divulgada pelos contra-revolucionários do CNT elimina dúvidas: Muamar Khadafi morreu em Sirte.
Notícias contraditórias sobre as circunstâncias da sua morte correm o mundo, semeando confusão. Mas das próprias declarações daqueles que exibem o cadáver do líder líbio transparece uma evidência: Khadafi foi assassinado.
No momento em que escrevo, a Resistência líbia ainda não tornou pública uma nota sobre o combate final de Khadafi. Mas desde já se pode afirmar que caiu lutando.
Os media a serviço do imperialismo principiaram imediatamente a transformar o acontecimento numa vitória da democracia, e os governantes dos EUA e da União Europeia e a intelectualidade neoliberal festejam o crime, derramando insultos sobre o último chefe de Estado legitimo da Líbia.

Essa atitude não surpreende, mas o seu efeito é oposto ao pretendido: o imperialismo exibe para a humanidade o seu rosto medonho.
A agressão ao povo da Líbia, concebida e montada com muita antecedência, levada adiante com a cumplicidade do Conselho de Segurança da ONU e executada militarmente pelos EUA, a França e a Grã-Bretanha deixará na Historia a memoria de uma das mais abjectas guerras neocoloniais do inicio do século XXI.

Quando a NATO começou a bombardear as cidades e aldeias da Líbia, violando a Resolução aprovada sobre a chamada Zona de Exclusão aérea, Obama, Sarkozy e Cameron afirmaram que a guerra, mascarada de «intervenção humanitária», terminaria dentro de poucos dias. Mas a destruição do país e a matança de civis durou mais de sete meses.

Os senhores do capital foram desmentidos pela Resistência do povo da Líbia. Os «rebeldes», de Benghazi, treinados e armados por oficiais europeus e pela CIA, pela Mossad e pelos serviços secretos britânicos e franceses fugiam em debandada, como coelhos, sempre que enfrentavam aqueles que defendiam a Líbia da agressão estrangeira.

Foram os devastadores bombardeamentos da NATO que lhes permitiram entrar nas cidades que haviam sido incapazes de tomar. Mas, ocupada Tripoli, foram durante semanas derrotados em Bani Walid e Sirte, baluartes da Resistência.
Nesta hora em que o imperialismo discute já, com gula, a partilha do petróleo e do gás libios, é para Muamar Khadafi e não para os responsáveis pela sua morte que se dirige em todo o mundo o respeito de milhões de homens e mulheres que acreditam nos valores e princípios invocados, mas violados, pelos seus assassinos.
Khadafi afirmou desde o primeiro dia da agressão que resistiria e lutaria com o seu povo ate à morte.

Honrou a palavra empenhada. Caiu combatendo.

Que imagem dele ficará na Historia? Uma resposta breve à pergunta é hoje desaconselhável, precisamente porque Muamar Khadafi foi como homem e estadista uma personalidade complexa, cuja vida reflectiu as suas contradições.
Três Khadafis diferentes, quase incompatíveis, são identificáveis nos 42 anos em que dirigiu com mão de ferro a Líbia.

O jovem oficial que em 1969 derrubou a corrupta monarquia Senussita, inventada pelos ingleses, agiu durante anos como um revolucionário. Transformou uma sociedade tribal paupérrima, onde o analfabetismo superava os 90% e os recursos naturais estavam nas mãos de transnacionais americanas e britânicas, num dos países mais ricos do mundo muçulmano. Mas das monarquias do Golfo se diferenciou por uma política progressista. Nacionalizou os hidrocarbonetos, erradicou praticamente o analfabetismo, construiu universidades e hospitais; proporcionou habitação condigna aos trabalhadores e camponeses e recuperou para uma agricultura moderna milhões de hectares do deserto graças à captação de águas subterrâneas.

Essas conquistas valeram-lhe uma grande popularidade e a adesão da maioria dos líbios. Mas não foram acompanhadas de medidas que abrissem a porta à participação popular. O regime tornou-se, pelo contrário, cada vez mais autocrático. Exercendo um poder absoluto, o líder distanciou-se progressivamente nos últimos anos da política de independência que levara os EUA a incluir a Líbia na lista negra dos estados a abater porque não se submetiam. Bombardeada Tripoli numa agressão imperial, o país foi atingido por duras sanções e qualificado de «estado terrorista».

Numa estranha metamorfose surgiu então um segundo Khadafi. Negociou o levantamento das sanções, privatizou empresas, abriu sectores da economia ao imperialismo. Passou então a ser recebido como um amigo nas capitais europeias. Berlusconi, Blair, Sarkozy, Obama, Sócrates receberam-no com abraços hipócritas e muitos assinaram acordos milionários, enquanto ele multiplicava as excentricidades, acampando na sua tenda em capitais europeias.

Na última metamorfose emergiu com a agressão imperial o Khadafi que recuperou a dignidade.

Li algures que ele admirava Salvador Allende e desprezava os dirigentes que nas horas decisivas capitulam e fogem para o exílio.
Qualquer paralelo entre ele e Allende seria descabido. Mas tal como o presidente da Unidade Popular chilena, Khadafi, coerente com o compromisso assumido, morreu combatendo. Com coragem e dignidade.

Independentemente do julgamento futuro da Historia, Muamar Khadafi será pelo tempo afora recordado como um herói pelos líbios que amam a independência e liberdade. E também por muitos milhões de muçulmanos.

A Resistência, aliás, prossegue, estimulada pelo seu exemplo.
VN de GAIA, no dia da morte de Muamar Khadafi

odiario.info
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Liberdade para Ahmad Saadat e para todos os prisioneiros palestinos: Toda nossa solidariedade com os prisioneiros palestinos

Para salvar a vida de Ahmad Saadat camarada secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina, e seus 800 companheiros prisioneiros palestinos em prisões israelenses que estão em greve de fome por 15 dias. Em uma mensagem ao povo palestino e ao mundo, na terça-feira, 11 de outubro de 2011, Saadat disse:

"NÃO À VIDA com humilhação!
Continuaremos essa dura batalha
Pela liberdade e dignidade até o último suspiro! "




O Secretário-Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina, Ahmad Saadat, enviou uma mensagem ao povo palestino e ao mundo da prisão sionista de Nafjah, na qual afirmou que "a nossa decisão de continuar a greve de fome é irreversível, sejam quais forem os métodos de repressão e terrorismo contra nós. "

Na declaração, Saadat disse que dada a escolha entre viver sem dignidade na humilhação ou morrer com a cabeça erguida, "é melhor morrer com a cabeça erguida e não aceitar a humilhação."

O líder prisioneiro considera que todos os prisioneiros palestinos nas prisões sionistas estão retomando suas forças e seu histórico papel, unidos contra a repressão das autoridades carcerárias sionistas do governo da ocupação. Nesse sentido, a decisão dos prisioneiros palestinos é continuar em rebelião e manter a greve frente a situações que já não podem suportar.

"É uma batalha para forçar as autoridades da ocupação a reconhecer nossos direitos e reivindicações. Nós estamos prisioneiros pela liberdade, somos prisioneiros de guerra e não permitiremos que a ocupação não respeite nossos direitos nacionais, humanos e legais ", afirmou Saadat.

Saadat saudou todos os filhos do povo palestino solidários com esta causa, dizendo-lhes que confia que, como já aconteceu antes, essa rebelião e este movimento de solidariedade alcançarão a vitória.

Dado a gravidade da situação de saúde do Secretário Geral, a Frente Popular solicitou ao Conselho de Direitos Humanos, a Cruz Vermelha Internacional, os Médicos Sem Fronteiras e todos os organismos pertinentes relacionados aos Direitos Humanos e presos políticos, que enviem imediatamente equipe médica para visitar Saadat na prisão, e tomar conhecimento de sua situação, afim de salvar a vida do secretário-geral. Na terça-feira, dia 11 de outubro, já contavam 15 dias de greve de fome.
Desde 27 de setembro de 2011, os prisioneiros e detidos palestinos nos cárceres israelenses iniciaram uma greve de fome para protestar contra a política das solitárias e os maus tratos. (confinamento).

O objetivo principal da greve é acabar com a prisão de isolamento (o "buraco") ou encarceramento isolado e recuperar os direitos e algumas conquistas que foram usurpados por decisão do atual governo da ocupação.

A Frente Popular convoca a mobilização popular dentro e fora da Palestina, em todos os níveis , para por fim o processo de assassinato lento contra centenas de prisioneiros palestinos.

No décimo quinto dia da greve de fome dos prisioneiros palestinos, a vida de dois dos líderes palestinos corre grave ameaça, estes camaradas apresentam visível deterioração da saúde. São eles: o camarada Saadat e do líder do Hamas, Abu Gamal Al Jiga.

Segundo Abdel Nasser Farauna, especialista nos assuntos dos prisioneiros, o estado de saúde dos prisioneiros em greve está se deteriorando perigosamente, com a já visível diminuição do peso corporal. Alguns, inclusive, tiveram que ser levados para hospitais. Saadat já perdeu 5 kg de peso e sofre de vômitos contínuos e desmaios.

O Bureau Político da Frente Popular diz que sua resposta será muito dura e responsabiliza o governo da ocupação, Netanyaho sobre a vida de seu secretário-geral. A Frente Popular e todo o povo da Palestina apóia a firmeza e a demonstração de dignidade de todos os prisioneiros palestinos, liderados por Saadat , que desafia o inimigo.

A Frente Popular alerta as autoridades da ocupação sionista de seguir com as suas práticas de represálias terroristas contra prisioneiros. Estas práticas sionistas violam sistematicamente os acordos da Quarta Convenção de Genebra sobre os direitos humanos dos prisioneiros. O Frente Popular reitera o apelo para todas as instituições dos Direitos Humanos e para Cruz Vermelha internacional a se mobilizarem imediatamente para salvar a vida dos prisioneiros.

Fatos e estatísticas sobre a situação dos prisioneiros palestinos nas prisões sionistas

Desde o primeiro dia da ocupação israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza até hoje, mais de 750.000 palestinos equivalente a 1 / 3 do povo palestino foram presos. Desde 2000 até à hoje, 75 mil palestinos foram presos. Destes, 9.000 eram crianças e 900 mulheres.
Hoje em prisões israelenses são cerca de 6000 prisioneiros. Destes, 285 crianças, 35 mulheres, 21 palestinos membros do Conselho Legislativo e dois ex-ministros.
A situação mais complicada e mais difícil que enfrentam é o confinamento isolado, por tempo indeterminado, que pode variar de alguns meses ou vários anos.
Devido à tortura, diferentes métodos de interrogatório e a ausência de condições sanitárias necessárias 200 prisioneiros palestinos já morreram.

A Frente Popular se dirige a todos os partidos, movimentos e organizações políticas progressistas amigas, assim como aos Comitês de amizade e solidariedade internacionalista, para que nos ajudem a lançar uma grande mobilização internacional para salvar a vida de todos os prisioneiros que enfrentam sérios perigos e cujos direitos são violados.

Os prisioneiros necessitam de uma forte pressão política para forçar as autoridades carcerárias do governo de ocupação israelense o reconhecimento dos Direitos Humanos, os direitos legais e os direitos nacionais dos prisioneiros, heróis palestinos que estão lutando contra o terrorismo e pela libertação de sua pátria.
O objetivo principal dessa luta é para conseguir a libertação de todos os prisioneiros guerra palestinos.
Saudações revolucionárias,

Endereço da Frente Popular para a Libertação da Palestina.
Departamento Político.
Terça - feira, outubro 11, 2011
13/10/2011 06:31:27 / Fonte: Frente Popular para a Libertação da Palestina / Palestinalibre.org (Tradução: Bassel Ismael)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mais um viva à Palestina



Este filme/documentário de 2002 mostra o resultado da limpeza de um território antes palestino para a criação de um loteamento israelense.

Desta vez, no entanto, darei uma breve explicação histórica do que é a questão Israel-Palestina:

Utilizarei o termo "palestina" para denominar a região, este é o nome geográfico do local, independente de ser um Estado Palestino ou um Estado de Israel.

A palestina foi ocupada por diversos povos ao longo da história, semitas (judeus), babilônicos, assirios, romanos, árabes, franceses, ingleses. Os palestinos árabes permanecem neste território desde a expulsão dos romanos. Perderam seu território apenas por alguns anos durante as cruzadas e no século XIX tiveram de se submeter ao imperialismo inglês.

Semitas e árabes, durantes longos quase dois milênios completos viveram em cooperação nas terras palestinas, sendo a predominância étnica árabe, independente de sua religião (judaica, cristão ou  islamica). A grande parte dos semitas havia se espalhado por toda Europa devido a diásporas relacionadas com as invasões babilônicas e romanas.

No século XIX um escritor chamado Theodor Herlz publicou um livro chamado "O Estado Judaico" (Der Juttenstat)  onde prega o retorno dos judeus para a região da palestina. Fundamentando-se em argumentos bíblicos ele argumenta que como os semitas são o povo escolhido por Deus eles seriam superiores aos árabes, portanto, por direito divino, a região da palestina deveria se tornar um Estado Judeu e os árabes expulsos. O movimento criado por esta ideologia é chamado de SIONISTA.

Em meados do século XX, quando o mundo tomou conhecimento das atrocidades do holocausto, as comunidades internacionais, incentivadas pela argumentação sionista decidiram optar pela criação de um Estado Duplo.

Os Ingleses cederiam sua colonia na região da Palestina para a criação de um Estado Palestino/Israelense.
Desagrando aos árabes e aos semitas, o Estado Duplo foi criado.

Em 1967 o Estado Israelense estava sob o comando da ideologia sionista, que ocupou militarmente os territórios do Estado Palestino. A ocupação perdura até hoje. Desde então houve diversas guerras entre Israel e os Estados vizinhos em pressão para a libertação da palestina.

O tratamento dado por Israel ao território ocupado não pode ser chamado de guerra, a relação é entre colono e colonizado. Periodicamente casas palestinas são demolidas para a expansão do território Judeu, como vocês podem ver no vídeo acima. Hoje, o Estado de Israel anunciou que mais casas palestinas serão destruídas em Jerusalém para a construção de 1.000 casas de colonos.

Não é minha intenção, de maneira alguma, tratar judeus por maus e palestinos por bons. Não acredito em tal dualidade. Acontece, que HOJE os Israelenses Sionistas possuem o poder e o utilizam de forma indiscriminada. Isso deve ser combatido.

Intifadas e ataques suicidas já se mostraram insuficientes para despertar o interesse internacional na questão.

A mídia grande tende a minimizar a questão transformando-a em uma questão religiosa. Quem dera fosse tão simples. Existem palestinos cristãos e muçulanos. A questão é TERRITORIAL. Colonizado debatendo-se para expulsar o Colonizador.

A criação de um Estado Palestino é banéfica, pois, as tropas de Israel não poderão mais transitar por bairros palestinos, não haverá mais checkpoints e nem bulldozers destruindo casas. Os crimes de estupro e assassinato (que ocorrem em qualquer ocupação militar, inclusive na Brasil-Haiti) não serão mais abafadas pelo Estado. Os confrontos, se houverem, serão uma guerra e, enquanto guerra, poderão ser regulamentados pelas leis internacionais.

Toda nação deve ter direito à sua soberania.

A informação é o caminho para uma sociedade mais justa.

VIVA A PALESTINA LIVRE!


Por: E.R.Saracino

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A música que Roberto Carlos não cantou em Israel

No link abaixo, que redireciona ao blog Com Texto Livre você ouvirá a música que Roberto Carlos não cantou em Israel.

O Vídeo contém cenas fortes, eu não consegui assistir.


As vezes eu fico imaginado se a crueldade e a brutalidade do tratamento dado pelos europeus aos judeus(NÃO, a idéia de perseguir judeus NÃO foi do Hitler, ele massificou a idéia - algo como transformar um morteiro em uma bomba H -, busque na história dos ingleses, franceses, espanhois e russos, por exemplo, e veja o que você pode encontrar), enfim, penso se a brutalidade sofrida pelos judeus em toda a história pode ter tornado PARTE deste povo TÃO insensível a ponto de ser capaz de reproduzir o holocausto, pois é assim que vejo a ocupação da Palestina, como um NOVO e MAIOR holocausto posto que este perdura por meio século.

O mesmo homem que chora no muro das lamentações é o que permite que milhares de Palestinos chorem por seus familiares mortos, por suas casas destruídas, por sua liberdade suprimida por grades e fuzís.

É fácil, muito fácil condenarmos, do conforto de nossos lares, o homem-bomba que no fundo não é um suicida, pois, no fim das contas ele só está adiantando sua morte inevitável, trocando morrer acuado com um tiro de fuzíl israelense (são os melhores do mundo, você sabe) por morrer causando dano ao inimigo. Não sei se eu faria diferente, afinal, não é preciso ser muçulmano para ser palestino, muitos deles são católicos e INCLUSIVE alguns são judeus também, mas, isso não é conveniente que se fale...

Eu choro - e não é no sentido figurado - toda vez que eu penso que se eu não tivesse tanta sorte, poderia ser eu um dos palestinos que carrega o filho morto nos braços. Poderia ser você.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

[Campanha] Outro(s) 11/9's

Frente à campanha da mídia massiva de tornar o 11/9 o dia do "tenha pena dos EUA & legitime a vingança", escondendo por baixo dos panos a irracionalidade absurda das guerras perpetradas em busca de VINGANÇA [e não de justiça, senão não padeceriam tantos inocentes na maldita busca por culpados], e, além disso, omitindo ao grande público as enormes atrocidades que os EUA causaram a outros países e pessoas ao longo de sua história, apresentamos Outro 11/9 ao [infelizmente restrito] público o curta que segue:





Há muito mais a ser dito, muito mais a ser divulgado e nossas mãos não conseguiriam mesmo unidas desencavar do fundo do lodo da história dos perdedores todas as atrocidades cometidas por esse país governado por hipócritas assassinos [ falo especificamente dos EUA ^^] em sua longa jornada pela manutenção de seu poder.

Mesmo assim, divulgaremos ao longo desses dias que se seguirão, notícias e notas sobre os Outros 11/9's - aqueles que a mídia se esforça em transformar em meras fatalidades, ao mesmo passo em que transforma as torres gêmeas num marco simbólico de uma ferida que jamais cicatrizará (só não estão preocupado com cabeças rachadas no Oriente Médio & pelo mundo afora se assim foram rachadas para vingar a queda daquele marco). Assim a mídia legitima a vingança e a manutenção da sede do Poder - o que é ótimo para ela. E para as pessoas?

Muitxs morreram na longa marcha pelo poder... você se lembrará delxs?



terça-feira, 26 de julho de 2011

E ainda tem gente que acredita que o povo Líbio quer uma guerra???

Um dia nos disseram que o povo líbio queria a liberdade,


Um dia nos seu governo era opressor e que deveria ser derrubado

Nos deram argumentos, mas não nos deram imagens...



A Líbia está a quase 4 meses sob bombardeio da OTAN sob este pretexto...



E no entanto, o povo líbio não ergue a bandeira da OTAN, o povo ergue a bandeira verde

Onde o verde é a bandeira símbolo da revolução que legitimou o poder de Kadhafi



Não acredita em meus argumentos?

Eu lhes dou imagens!





Salam